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Aumentan un 30% los alumnos que han conocido a Master-D a través de internet desde 2007
Written by Manuel Fandos on 30 Noviembre 2009 – 14:36 -En 2009 las visitas a la web son ya un 50% más que el año pasado
30 de Noviembre 09. El número de alumnos que llegan a Master-D después de conocer los productos y servicios de la compañía en Internet ha aumentado un 30% desde 2007. Es una de las consecuencias de los esfuerzos que realiza la compañía para reforzar su presencia en internet. Consciente de las múltiples posibilidades que ofrece la red, Master-D apuesta de forma constante por la innovación en este ámbito, de hecho el buscador global de Internet Google destacó a la compañía por su competitividad en la gestión del posicionamiento en el buscador, tanto en resultados obtenidos, como por su orientación al usuario y modelo de negocio. Este reconocimiento tuvo lugar en el transcurso de una convención de clientes celebrada en Dublín a finales del pasado año.
Master-D posee medio centenar de páginas webs, blogs y otros soportes que han logrado multiplicar su presencia en Internet durante el último año. En lo que llevamos de 2009 más de 2,5 millones de usuarios han visitado las webs de Master-D y en el cómputo general han sido vistas más de 6 millones de páginas. En lo que llevamos del presente 2009 la cifra de visitas a las webs de Master-D es ya un 50% superior al total alcanzado el año pasado.
Esta abundante actividad online coincide con un momento de recesión económica global, que hace que se haya multiplicado el número de solicitudes para realizar formación a distancia siguiendo el modelo de Master-D, porque la compañía orienta toda su formación a la inserción en el mundo laboral. El objetivo de sus módulos formativos es ofrecer a los alumnos una mayor capacitación profesional y facilitar su empleabilidad, es decir sus oportunidades de empleo.
Internet, canal imprescindible para la formación
Además, otra de las características que demuestra la importancia de internet para Master-D es que ofrece diferentes tipos de formación on-line, cursos que ofrecen todas las ventajas de la formación a través de internet como los que se ofertan a través de su portal: www.imasterd.com.
Los cursos que se imparten a través de esta plataforma pueden hacerse desde cualquier país del mundo, sólo es necesario hablar español lo que también contribuye a aumentar la presencia en la red de Master-D. De hecho, es significativo que la procedencia de las consultas está creciendo sustancialmente en los países iberoamericanos, lo que demuestra el potencial que Internet tiene también para las empresas de formación. México, Chile y Perú son países que están mostrando creciente interés por los servicios que ofrece la compañía.
Tags: business, empleo, enseñanza, formación, imasterd, Intenet, marketing, master d, masterD, on line, oposiciones, posicionamiento, trainning
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Portugueses podem preparar-se para concorrer aos cargos públicos em Espanha a partir da próxima semana
Written by Manuel Fandos on 14 Octubre 2009 – 9:16 -- A empresa de formação à distância Master.D Portugal é a única no nosso país a dispor de um curso de preparação para a função de Auxiliar Administrativo em Espanha. A data de abertura do curso está marcada para dia 12 de Outubro;
- Anualmente, abrem mais de 2.000 vagas para estas funções em Espanha e apresentam-se cerca de 60.000 pessoas nas provas de admissão;
- De acordo com a legislação espanhola, as funções administrativas podem ser desempenhadas por qualquer cidadão da União Europeia com mais de 16 anos e com habilitações literárias ao nível do 10º ano ou curso profissional equivalente.
Lisboa, 14 de Outubro de 2009.- A Master.D Portugal, líder ibérica em formação à distância e assessoria empresarial, abre novas portas aos portugueses que pretendam integrar os quadros da função pública em Espanha.
Por desconhecimento, a grande maioria dos portugueses nunca ponderou a possibilidade de candidatar-se a um cargo público noutro país, que não o seu de origem. No entanto, de acordo com a legislação espanhola e em conformidade com o direito comunitário de livre circulação de trabalhadores entre países membros da UE, todos os cidadãos com mais de 16 anos e habilitações literárias ao nível do 10º ano - ou curso profissional equivalente -, podem aceder aos cargos públicos de administração local em Espanha. Os empregos públicos estão abertos a todos os cidadãos do espaço europeu, excepto os que impliquem uma participação directa ou indirecta no exercício do poder público e de funções que tenham por objecto a salvaguarda dos interesses do Estado ou das Administrações Públicas, nomeadamente, Forças Armadas, Corpos de Segurança do Estado, Órgãos constitucionais, Conselho de Estado, Banco de Espanha e Centro Superior de Informação da Defesa.
Atenta a esta realidade e uma vez que os portugueses optam, cada vez mais, por procurar trabalho no país vizinho, a Master.D Portugal, desenvolveu o curso de Auxiliar Administrativo de Organismos Locais em Espanha. Desde o início do ano, abriram mais de 1750 vagas para este posto em Espanha, sendo Madrid, Andaluzia e Valencia as comunidades autónomas que registam um maior número de contratações para estas funções.
O curso de Auxiliar Administrativo de Organismos Locais em Espanha tem por base uma abordagem intensiva das questões administrativas e de temas transversais de cultura geral, requisito fundamental no acesso a estas funções. O curso será realizado unicamente em castelhano para que o aluno possa desenvolver simultaneamente as suas capacidades linguísticas. A metodologia de ensino semi-presencial, o plano curricular elaborado por especialistas nesta área e os serviços multimédia disponíveis nos centros de formação Master.D Portugal, permitem fazer um seguimento personalizado da evolução do aluno. Adicionalmente, a companhia informará os seus alunos das convocatórias para as provas de selecção em cada uma das províncias espanholas.
O Auxiliar Administrativo deverá integrar um organismo público local, geralmente os Ayuntamientos (equivalente às nossas Câmaras Municipais), tendo a seu cargo distintas tarefas de âmbito administrativo.
As vantagens de pertencer aos quadros públicos em Espanha são semelhantes aos benefícios de que dispõem os funcionários públicos no nosso país: integração nos quadros, estabilidade e segurança de permanência na função e prémios salariais por antiguidade. Nas palavras de Pedro Frutuoso, Director Geral da Master.D Portugal, “a estabilidade profissional é um factor fundamental para qualquer trabalhador. Os contratos provisórios e o sistema de recibos verdes - método cada vez mais frequente no nosso país para colaboradores regulares-, criam maior tensão uma vez que oferecem poucas garantias de estabilidade ou possibilidade de integração nos quadros da empresa. Esta situação pode ser bastante desalentadora, sobretudo para os mais jovens que se vêem obrigados a trabalhar em condições precárias e nas quais os salários são substituídos por ajudas de custo vergonhosas. Não é de estranhar que estes jovens procurem outras oportunidades no exterior.”
Existem diferentes categorias para as funções de auxiliar administrativo em Espanha e, na categoria mais baixa, o salário destes profissionais deverá rondar os 13.000 euros por ano, mais subsídios e prémios à parte.
Apesar das condições aliciantes, os candidatos devem ter presente que se apresentam milhares de pessoas às designadas “oposições” (provas de admissão) em Espanha e que o processo de selecção é bastante rigoroso. As provas são realizadas em igualdade de condições para todos os candidatos e o domínio da língua espanhola é fundamental.
Pedro Frutuoso sublinha que “em Espanha, a aposta na meritocracia faz com que a selecção dos funcionários públicos seja cada vez mais exigente e que o grau de dificuldade aumente progressivamente. A criação do curso de Auxiliar Administrativo em Portugal pretende dotar os nossos alunos de um leque de conhecimentos abrangente e que lhes permita estar à altura destas provas, podendo competir com os restantes cidadãos da União Europeia.”
Em Espanha, mais de 60.000 pessoas concorrem todos os anos às provas de selecção para os cargos de auxiliar administrativo, podendo desempenhar estas funções nas Câmaras Municipais, Governos Autónomos, Gabinetes de Administração Pública e Deputações Provinciais.
Requisitos para o posto de Auxiliar Administrativo de Organismos Locais em Espanha:
- Nacionalidade espanhola ou ter a nacionalidade de algum dos Estados membros da União Europeia;
- Ter 16 anos de idade ou mais;
- 10º ano ou curso profissional equivalente;
- Ter conhecimentos de espanhol falado e escrito;
- Não padecer de nenhuma doença ou deficiência física que impeça o desempenho das funções correspondentes;
- Não possuir nenhuma sanção penal ou disciplinar em qualquer das administrações públicas que inabilite o exercício de funções públicas.
Tags: administracion, auxiliar administrativo, empleo, empleo publico, funcionario, master d, masterD, oposiciones
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NUEVOS MODELOS PRODUCTIVOS… TAMBIÉN PARA LA EDUCACIÓN
Written by Manuel Fandos on 17 Septiembre 2009 – 11:32 -Sí, ya sé que es un tema delicado y que rápidamente podríamos poner «la burra en el sembrao» como dirían los castizos. Pero no me resisto. Ya decía nuestro nobel don Camilo que no existen los sinónimos, que cada palabra tiene su significado y del mismo modo que hay «parados» y «quietos» tampoco es lo mismo «estudiar» que «prepararse» o «formarse».
Hay quien pasa por la Universidad, pero la Universidad no pasa por él.
No siempre hay que conocer la esencia de algo para aplicarlo o sacarle rendimiento. Yo mismo no sé cuáles son los fundamentos de la dirección asistida de los vehículos y conduzco. Tampoco sé muy bien lo que es una anadiplosis y disfruto de la lectura.
Los centros educativos, demasiadas veces a mi juicio, ahondan en conocimientos poco prácticos. Quiere usted un ejemplo, ¿cuánto hace que no ve un «número mixto» en un mercado o en la calle? Sin embargo, en las escuelas dedican un tiempo precioso a operar con ellos.
Hay muchos más ejemplos. En la universidad más aún.
Dime qué estudias y te diré dónde buscar trabajo, podría ser una adaptación de un conocido aforismo popular.
Nuestro modelo productivo parece que está en crisis, en caída libre y todo el mundo dice que hay que hacer algo pero, como en las obras: un montón de espectadores cual ingenieros dando opiniones, pero en el tajo uno con la pala. Lo mismo pasa con nuestro modelo educativo que no es que esté en crisis, no: es parte esencial de la crisis.
El nuevo modelo productivo que necesitamos pasa por la innovación, pasa por el compromiso con el cliente, pasa por los resultados tangibles y no por manos de tahúres, embaucadores y estadistas (perdón quería decir estadísticos, aunque el error es simpático).
Y saben qué es lo que pasa, pasa que la enseñanza no potencia la auténtica Formación Profesional, con mayúsculas, la FP y la Formación integral de todos los Profesionales, una formación que, en demasiadas ocasiones hay que ir a buscar fuera de las instituciones educativas regladas.
Trabajé en la administración educativa como funcionario y ahora en una empresa de formación, como directivo y he descubierto dos elementos que creo que marcan la diferencia entre una y otra.
El primero de ellos es que las instituciones educativas tienen «clientes cautivos» y da igual lo que hagan, sus aulas estarán llenas y los estadistas (perdón, los estadísticos) podrán decir lo mucho que hacen y el trabajo que les lleva. Las empresas de formación, sin embargo, no tienen alumnos, tienen clientes. Y si los clientes no obtienen lo que buscan, te abandonan.
El segundo es la orientación a resultados, incluso vinculando los salarios de los profesionales a los mismos.
Al final el problema es que una cosa es conseguir un título y otra estar cualificado profesionalmente y esto no va siempre de la mano. Al final lo que necesitamos es una buena Formación Profesional y le invito a que visite empresas que se han fijado esta visión, Master-D, por ejemplo.
Tags: aprendizaje, diáctica, didáctica, empleo, empresa, enseñanza, formación, modelo, objetivos, profesional, profesor
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AUMENTA EL NÚMERO DE ASPIRANTES A MAESTRO DE INFANTIL Y PRIMARIA RESPECTO A LA CONVOCATORIA DE 2007
Written by Manuel Fandos on 1 Septiembre 2009 – 12:55 -Datos en Aragón, Asturias, Baleares, Cantabria, Extremadura Galicia y La Rioja
31 de Agosto, 09 El número de personas que este año han decidido presentarse a unas oposiciones del Cuerpo de Maestros ha aumentado respecto a la anterior convocatoria de 2007 en la mayoría de CCAA. A la vez el número de plazas convocadas ha descendido en la mayoría de regiones. El Grupo Master-D ha realizado un estudio comparativo sobre siete autonomías se observa un aumento de aspirantes en la mayoría de convocatorias, sin embargo algunas regiones han descendido el ratio de aspirantes por plaza como es el caso de Cantabria y La Rioja.
Estas siete Administraciones regionales convocaron 4.009 plazas en 2007 y este año han sido 2.894 plazas las convocadas, lo que supone una reducción de más de 25% de la oferta en el global de estas Comunidades. En cuanto al total de inscritos en las mismas fue de 29.299 en 2007 y han sido de 25.773 en el presente año.
Aragón, la ratio sube un 40%
La comunidad autónoma aragonesa ha convocado en el presente año 300 plazas menos que la anterior convocatoria de 2007. Este hecho ha provocado que bajara también el número de inscritos que ha pasado de los 4609 a los 4061. A pesar de ello, la bajada en el número de aspirantes no ha compensado la producida en el número de plazas y si en 2007, teníamos una ratio de 5.76 aspirantes por plaza en 2009 el número de aspirantes por plaza es de 8.12, un 40% superior.
Cantabria y La Rioja y Madrid difieren del resto
Los casos de La Rioja y de Cantabria, difieren del resto de CCAA ya que tanto en la una como en la otra, teniendo un similar o idéntico número de plazas que en el 2007, ambas han tenido menos aspirantes en la presente convocatoria que en la anterior. En Cantabria se han convocado 382 plazas, las mismas que en 2007, sin embargo, el número de aspirantes ha pasado de los 5.269 de 2007 a los 4.014 de este año. En la Rioja las 207 plazas de este año, 18 menos que en 2007 han animado a 1.539 aspirantes, 519 menos que la convocatoria pasada.
Un caso similar es el de Madrid *(no aparece en la tabla) que ha ofertado este año 3.500 plazas, 500 más que la anterior convocatoria. Paradójicamente este aumento de las plazas no ha supuesto un mayor número de inscritos, que ha bajado en 2.258 personas respecto a la convocatoria anterior.
Galicia sube un 51%
Galicia se caracteriza por la fuerte reducción de plazas respecto de la anterior oferta pública, de 1.350 en 2007 ha pasado a 740, casi la mitad. Los inscritos también han sido menos este año, pasando de 6.968 a 5.787, es decir 1.181 aspirantes menos (casi un 17%). Estas cifras nos dan una ratio de de aspirantes por plaza con un incremento que alcanza el 51%; si en 2007 hubo 5.16 aspirantes por plaza, en 2009 ha habido 7.82.
Extremadura, Baleares y Asturias
En estas tres comunidades autónomas se han producido aumentos en la ratio de aspirantes por plaza respecto a 2007. En Extremadura este incremento ha sido del 33%, en Baleares del 12% y en Asturias del 10%. En Extremadura el número de plazas se visto reducido en 202 y los aspirantes aunque menos que en 2007 no han compensado esta bajada, lo que ha provocado un aumento del 33% en la ratio de aspirantes por plaza. Similar es el caso de Baleares, donde también han bajado más significativamente las plazas que los inscritos provocando que la ratio de aspirantes por plaza haya crecido un 12% respecto a hace dos años.
El caso de Asturias es el contrario, las plazas son 75 más que en 2007, pero los aspirantes también aumentan son 1.029 más lo que nos produce el mismo efecto en la ratio de aspirantes por plaza, que en este caso se ha incrementado en un 10%.
Recomendación de Master-D
El aumento del número de personas que deciden opositar no sólo ocurre en la docencia si no que también está pasando en casi todos los ámbitos profesionales, por ello la recomendación de Manuel Fandos, responsable de comunicación del Grupo Master-D, empresa líder en España en la preparación de opositores es la de prepararse concienzudamente: «la preparación de unas oposiciones exige mucha constancia y responsabilidad, requiere fuerza de voluntad y sobre todo, es un esfuerzo al que cada opositor debe enfrentarse en soledad. Sin embargo, en casi todos los casos, la consecución del objetivo compensa sobradamente la dedicación previa». Manuel Fandos recuerda lo importante que es «elegir un centro consolidado, que cuente con temarios propios elaborados por docentes expertos en cada una de las materias, y que ofrezca a cada alumno el apoyo que necesite en cada momento».
Tags: administracion, capacitacion, crisis, empleo, empleo publico, formación, infantil, magisterio, master d, masterD, oferta, oposiciones, primaria, trabajo
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MÁS FORMACION, LA RECETA CONTRA EL DESEMPLEO
Written by Manuel Fandos on 26 Junio 2009 – 9:09 -
Hoy traemos a los lectores del blog MasterdOpina un artículo transcrito que recoge conjunto de opiniones que no solo compartimos en MasterD, sino que desde hace años están siendo conjuntamente con una idea clara de orientación al cliente y de desarrollo profesional (dentro y fuera de la casa) el motor de nuestra actividad y el núcleo de los éxitos que venimos consiguiendo.
El original puede consultarlo el lector en este enlace:
http://www.expansionyempleo.com/2009/06/25/desarrollo_de_carrera/1245942856.html
«Políticos, agentes sociales y directivos empresariales coinciden en la necesidad de incrementar la formación como un antídoto frente al paro laboral al tiempo que reclaman hacerla más personalizada y más útil para el desempeño del puesto de trabajo.
Desde diferentes ámbitos del mundo empresarial coinciden en destacar la necesidad de incrementar la formación, dotarla de mayor calidad, hacerla menos transversal, más personalizada y más útil para el desempeño del puesto de trabajo. Existe una apuesta generalizada por las modalidades formativas basadas en las nuevas tecnologías. Unanimidad también en cuanto a la relación directa entre grado de formación y riesgo de desempleo. Estas son las principales conclusiones a las que se han llegado en la Jornada La formación como motor de la empleabilidad, que organizada conjuntamente por la Fundación élogos y APD (Asociación para el Progreso de la Dirección) ha llenado el auditorio del Centro Económico Social (CES) donde se han dado cita más de 400 asistentes.
Enrique Sánchez de León, director general de APD, contó que “hay que apostar, al menos, por mantener los presupuestos de formación, como garantía de futuro para el próximo ciclo económico y ante posibles crisis venideras”. Por su parte, Mariano Baratech, presidente de élogos, profundizó en las razones de dicha afirmación abordado la ponencia La formación en la sociedad del conocimiento, bajo el espíritu de un principio contenido en el Talmud: “Quien no añade nada a sus conocimientos los disminuye”.
Baratech recopiló los cambios vividos en los últimos años (globalización, internacionalización de las empresas, crecimiento de la población) y los enfrentó a nuestro sistema de formación, que ha sufrido escasas modificaciones para adaptarse al entorno.”Hay que formar a las personas en los conocimientos y actitudes que necesitarán para hacer frente a los cambios sociales que ya estamos empezando a vivir”, señaló. El presidente de élogos aseguró que “caminamos hacia un nuevo modelo empresarial donde el foco se pone en cuestiones como: aprendizaje combinado, trabajo en equipo, gestión de lo imprevisto, flexibilidad,… en definitiva, otras actitudes y otras habilidades para el mundo que nos viene, donde se impone una formación multicanal, sin fronteras, colaborativa, personalizada y con un uso intensivo de la tecnología”».
Tags: aprendizaje, Baratech, capacitacion, crisis, elearning, elogos, empleo, enseñanza, expansion y empleo, formación, formacion abierta, futuro, master d, masterD, online, recursos humanos, Sanchez de Leon, talento, tecnologia
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HACER UN POSTGRADO
Written by Manuel Fandos on 18 Mayo 2009 – 15:55 -
El pasado día 8 de mayo tuvimos oportunidad de debatir con una buena representación de expertos y responsables de Escuelas de Negocios, entre los que MasterD también se encontraba, en torno al tema de los masters, postgrados y algunas implicaciones que tiene para esta área el llamado proceso de Bolonia.
Si el lector quiere profundizar en el alcance que el proceso de Bolonia supone para los estudios universitarios, sugerimos la lectura del monográfico publicado en la revista Avances
Traemos aquí la reseña que ha aparecido publicada en MENOS25 y resaltamos la idea de que un buen estudio de postgrado, realmente, marca la diferencia y más en el complejo mundo laboral de hoy. Una afirmación que se basa en la experiencia de los resultados de los alumnos que han decidido hacer alguno de los postgrados o masters que MasterD ofrece conjuntamente con la Universidad Camilo José de Cela de España.
Bajo el título Hacer un posgrado: ¿un plus en tu currículum? se celebró el pasado 8 de mayo una mesa redonda en MENOS 25. En ella estuvieron profesionales de las mejores Escuelas de Negocio a nivel nacional e Internacional, e instituciones que trabajan en el día a día con los alumnos que quieren hacer un master o ya lo están realizando. Saber qué buscan los alumnos, el Proceso de Bolonia o la inserción en el mundo laboral, fueron algunos de los temas que se trataron.
La mesa redonda organizada por MENOS 25 fue un éxito de convocatoria, ya que los profesionales que asistieron reflexionaron sobre muchos temas de candente actualidad en torno a los masters y posgrados.
El debate se abrió con un tema que interesa a todos, y es la adaptación al Espacio Europeo de Educación Superior (EEES).
En la oferta oficial van a existir dos grandes grupos de masters: el orientado, de una manera clara, hacia la investigación y la elaboración de tesis doctorales; y el dirigido a la inserción en el mundo empresarial o en la Administración Pública. En este punto, Virginia Horcajadas, subdirectora del Instituto de Postgrado y Directora del EMBA (Executive Master in Business Administration) de la Universidad de Comillas fue clara al señalar que «Hacer una investigación que permita hacer un doctorado fuera es muy positivo ya que a un profesional le aporta mucho poder desarrollar las dos facetas».
En lo que a los alumnos se refiere, todos coincidieron en afirmar que no están informados sobre lo que es Bolonia. «Los candidatos no se plantean si los programas son oficiales o no, siguen pensando en los masters de toda la vida y en qué profesores me van a dar clase», afirmó Julián Peinador, vicedecano de posgrado del ESIC. «Si, hay cierta indefinición entre los alumnos», subrayó Héctor Martínez, presidente y portavoz de la Asociación Española de Escuelas de Negocio.
Cuando se les pregunta qué es lo que quieren los alumnos, también son claros al afirmar que la red de contactos es lo que más les interesa.
Si bien es cierto que hacer un master hoy en día no es lo mismo que antiguamente. «Antes, los que hacían un master buscaban diferenciarse del mercado, y hoy lo hacen para poder acceder a un empleo», destacó Carmina de Pablo, del Centro de Estudios Garrigues.
Maite Guillén, coordinadora de Publicaciones de Formación de Infoempleo.com, destacó que la mayoría de las empresas buscan es que el candidato sea bilingüe: «Un 73% de la demanda que hemos analizado pedían candidatos que hablaran principalmente inglés, porque muchos no se defienden», recalcó. «Y esa falta de conocimiento de los idiomas limita mucho la capacidad de pensamiento de los alumnos», reafirmó Julián Peinador. En la mesa también se habló de la importancia de educar en valores y de lo importante que sería hacer un estudio de investigación para saber que es lo que realmente quieren las empresas de los candidatos. Ellas son las que eligen.
Virginia Horcajadas, subdirectora del Instituto de posgrado y directora del EMBA de Icade: «Hay determinados programas que dan prestigio a un centro, y eso no cambiará».
La Universidad de Comillas es una de las más antiguas y prestigiosas de España, aunando tradición y saber hacer. Virginia Horcajadas abrió varios debates y aportó su parecer sobre temas tan diversos como el Proceso de Bolonia, las funciones del Gobierno en materia educativa, o lo que buscan los estudiantes y lo que ofrecen las empresas y centros de estudios. «Ahora mismo hay una excesiva oferta de programas de grado y posgrado, pero creo que se ajustará» dijo.
Julián Peinador, vicedecano de posgrado del ESIC: «Siempre tendrás más garantías si haces un master en una Escuela de Negocios ».
Escuela de negocios y centro universitario, ESIC es una de las instituciones más respetadas en España. Y por eso tuvo mucho que decir en la mesa redonda. «Muchas veces les decía a mis alumnos: no somos una oficina de empleo, pero hay más oportunidades si estudias un master». También destacó la importancia del networking y el valor que le dan los alumnos.
Carmina de Pablo, dirección de relaciones institucionales del centro de estudios Garrigues: «La calidad de los centros la marca la respuesta del mercado laboral».
Garrigues es el despacho de abogados líder en España y Portugal y, por tanto, un punto de referencia para aquellos que quieren hacer un master. Carmina de Pablo destacó la importancia que tienen las empresas, ya que son ellas las que deciden a quién cogen o no. También habló sobre Bolonia: «En ocasiones, el hecho de que un master sea oficial, genera rechazo en los alumnos».
Héctor Martínez, presidente y portavoz de la Asociación Española de Escuelas de Negocio: «Las bolsas de empleo ya no son lo que eran debido a la crisis que estamos viviendo».
La Asociación Española de Escuelas de Negocio aglutina once de las más importantes escuelas españolas. Héctor Martínez afirmó que las cosas ya no son lo que eran debido a la crisis económica, ya que en líneas generales el empleo escasea. «Hoy en día hacer un master ya no es garantía de empleo», afirmó. También coincidió con sus colegas en los alumnos no tiene claro qué es Bolonia.
María Jesús Biechy, directora de admisiones del EMBA del IESE: «El español no ve los fracasos como oportunidades, y realmente lo son».
El IESE es la escuela de dirección de la Universidad de Navarra. Ofrece en Barcelona y Madrid programas de Formación de Directivos, MBA y formación permanente. María Jesús Bielchy aportó numerosas opiniones sobre Bolonia, los alumnos o la capacidad creativa de los alumnos. «La gente cuando es más mayor percibe más la necesidad que tiene de ser emprendedores», declaró.
Ramón Aragón, director de relaciones externas de ESCP-EAP: «Creo que una de las cosas que buscan los alumnos al hacer un master es seguridad».
ESCP-EAP es un centro de alta formación empresarial en Administración de Empresas y cursos de postgrado. Ramón Aragón aportó muchas ideas sobre el Proceso de Bolonia, los motivos que llevan a los alumnos a elegir un master o qué virtudes y carencias muestran en el día a día. «Creo que en ocasiones, los alumnos tiene carencias básicas de comunicación», afirmó.
Julián Trigo, director de admisiones del Instituto de Empresa (IE): «El MBA es el indiscutible rey de los master, y lo seguirá siendo».
Como director de admisiones, Julián Trigo habló sobre la concepción que tienen en el IE de los alumnos y los cursos de posgrado que se imparten. No tuvo dudas al afirmar que los alumnos siguen valorando el MBA como «el mejor».
El IE es una institución internacional dedicada a la formación de la élite empresarial con enfoque global, carácter emprendedor y espíritu humanista.
Manuel Fandos, responsable de relaciones externas de MasterD: «Educar no es sólo enseñar a aprende, si no que hay que aprender a hacerlo».
MasterD es una empresa de formación que lleva desde 1993 formando personas. Actualmente, tiene 55.000 alumnos y Manuel Fandos dió su visión sobre el Proceso de Bolonia, ya que también ha sido profesor. «No entiendo porqué se ha organizado todo este jaleo con Bolonia, ya que es una consecuencia lógica de las reformas educativas de los años 80 y 90», destacó.
Rocio Argudo, responsable de proyecto de Círculo Formación: «La crisis es una oportunidad de dar un valor añadido a tu carrera y sobresalir».
Círculo Formación es una firma dedicada a la consultoría de posgrado, entre otras cosas. Recientemente han organizado la Feria Internacional de Posgrado (FIEP) en Madrid. Su reponsable de proyecto, Rocio Argudo, aportó datos y cifras sobre qué es lo que quieren los estudiantes: «Este año el porcentaje de emprendedores ha disminuido con respecto a otros años», declaró.
Tags: bolonia, capacitacion, crisis, direccion, educacion superior, ejecutivo, emba, empleo, empresa, escuela de negocios, esic, espacio europeo de educacion superior, formación, garrigues, instituto emppresa, maestrias, master, master d, masterD, mba, orientacion, paro, posgrado, postgrado, practicas, recursos humanos, reforma educativa, tercer ciclo, universidad
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EL «BLENDED LEARNING». LA CLAVE DEL ÉXITO
Written by Manuel Fandos on 9 Febrero 2009 – 9:00 -Esta modalidad de formación, el «blended learning», o la adapatación personalísima que MasterD hace, en lo que la compañía llama: «formación abierta» es una de las indiscutibles claves del éxito que la empresa está teniendo en los últimos años.
Traigo al lector un documento en el que se explican algunos de los pormenores de esta concepción educativa.
Aportamos primero un breve resumen y, a continuación, proponemos un enlace en el que se desarrollan.
«MasterD es una empresa de formación que nació en el año 1994 compuesta por menos de 10 personas en aquél entonces y en la que hoy colaboramos más de un millar y tiene presencia en cinco países y tres continentes. Es una empresa que debe buena parte de su éxito al «blended learning», o su peculiar forma de entender este modelo educativo y que ella gusta de llamar «formación abierta».
En las siguientes páginas veremos algunas de las claves de su éxito empresarial fundamentado en este modelo de formación».
http://www.itdl.org/Journal/Aug_08/article04.htm
Tags: blended learning, didáctica, empleo, enseñanza, fandos, foramcion mixta, formacion abierta, master d, masterD, mercado, on line, oposiciones, teoria de la educacion, TIC, trabajo, web 2.0, web 3.0, web social
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LOS NUEVOS YACIMIENTOS DE EMPLEO Y LAS CUALIFICACIONES PROFESIONALES
Written by Manuel Fandos on 1 Febrero 2009 – 9:00 -Hoy recogemos aquí una reflexión que nos remite Fracisco Javier Javierre que trabaja en MasterD en el equipo de «Responsables de Unidades de Negocio» (R.U.N.).
«La definición de ámbitos de «nuevos yacimientos de empleo» proviene del año 1993, pero ¿hemos adelantado mucho desde entonces en crear y cubrir estas ocupaciones? Y es que ha habido un handicap fundamental al respecto: que, por definición, estos filones requerían un perfil específico de trabajadores. Por ello, y al ser «nuevos» y pendientes de implantación, no ha habido excesiva oferta, ni de puestos concretos, ni de trabajadores dispuestos y cualificados para ocuparlos.
Pese a ello, podemos advertir que hay distintos aspectos relevantes en cuanto a los trabajadores: hay perfiles profesionales completamente nuevos para nuevas actividades; pero también hay adaptaciones de perfiles profesionales preexistentes para estas nuevas ocupaciones; o una muy importante: la cualificación de ocupaciones previamente no cualificadas.
Y es que la cualificación de los trabajadores está sufriendo un nuevo cambio con la política conjunta de los ministerios de Trabajo y Educación con el nuevo sistema conjunto de cualificaciones profesionales, y de remodelación de la Formación Profesional, recogiendo nuevos perfiles, ocupaciones, y estableciendo los contenidos competenciales. En MasterD ya hemos venido trabajando sobre los certificados de profesionalidad (primeras versiones de este modelo), y ahora nos centramos en las cualificaciones, además de la rama de FP.
Se trata de que, en los ámbitos en los que somos especialistas, ofrezcamos, como venimos haciendo en MasterD, una formación de calidad para que nuestros clientes obtengan, además de una formación teórico-práctica excelente que les augure el éxito profesional, un reconocimiento oficial a esta formación recibida, superando las pruebas que demuestren la cualificación del trabajador.
Este sistema de acreditación de competencias está rematándose finalmente para ser efectivo, y en él se establecerá el sistema de reconocimiento, procesos, etc.; en MasterD ya tenemos más de medio camino recorrido con unos temarios que se corresponden con los requerimientos formativos de estas acreditaciones, y con la metodología guiada para facilitar su estudio.
Facilidad, proximidad y reconocimiento son claves para el triunfo».
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VIENTOS FAVORABLES PARA LOS OPOSITORES A LA ADMINISTRACION DE JUSTICIA
Written by Manuel Fandos on 20 Enero 2009 – 13:04 -Desde el departamento de tutores de MasterD nos llegan una información alentadora.
En medio del vendaval de crisis generalizada que nos azota, soplan vientos favorables para los opositores a la Administración de Justicia. La convocatoria publicada en el BOE el pasado 20-11-08 nos ofreció un dato alentador: 5.493 plazas a cubrir en los Cuerpos de Gestión Procesal y Administrativa, Tramitación Procesal y Administrativa y Auxilio Judicial.
El presupuesto destinado en 2009 para este sector se ha incrementado en casi un 10% respecto al año anterior. Más concretamente, el gasto en materia de personal sube un 9.92%. Y, ciertamente, es una buena noticia.
Sin duda es llamativo, por un lado, ver cómo miles de aspirantes están dispuestos a dedicar todo su esfuerzo en conseguir su plaza y, por otro, contemplar la realidad con la que se enfrentan en un panorama un tanto variopinto de nuestra Justicia española.
Se habla, y mucho, de la “modernización de la Administración de Justicia”. De hecho el Pleno del Consejo General del Poder Judicial aprobó el pasado 12 de noviembre el Plan de modernización en esta Administración. Y el Ministerio es el primero en reconocer que es prioritario un mejor aprovechamiento de los recursos personales así como la plena incorporación de las nuevas tecnologías. Y hace el bien el señor ministro en incidir en cuestiones como estas dada la escasez de medios disponibles que todavía existen en numerosos juzgados y que han puesto de manifiesto en más de una ocasión organizaciones sindicales tras la realización de estudios comparativos entre distintos órganos judiciales.
A esto podríamos añadir la cantidad de sentencias penales pendientes de ejecución (casi 270.000 a mediados de 2008, según datos provenientes de la sección de Organización y Gestión del Consejo General del Poder Judicial), la previsión legal de personal especializado, algo escaso todavía, en materias tales como violencia de género, menores…, etc.
Y, por si fuera poco, las asociaciones profesionales de jueces y magistrados abogan por el reconocimiento del derecho de huelga de sus integrantes, ocasionando así un arduo debate en la opinión pública en el que uno no sabe si realmente puede atribuírseles un derecho semejante o bien se trataría más bien, dada su posición, de una dejación de funciones.
Bien, lo cierto es que, como decía, hay miles de personas que desean encauzar su trayectoria profesional hacia este mundo en el que, a pesar de las críticas sociales que despierta, su mantenimiento y mejora es para todos absolutamente necesario.
Así que, bienvenidos. Desde MasterD os deseamos la mejor de las suertes. Y estamos convencidos de que, una vez más, sabremos convertir esas ilusiones en realidades.
Marisa Corral
Dpto. Tutores de MasterD
Tags: adeministracion de justicia, administracion, auxilio judicial, consejo general del poder judicial, crisis, empleo, empleo publico, funcionario, gestion procesal, justicia, marisa corral, master d, masterD, plazas, tramitacion procesal y administrativa
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LA FORMACIÓN DENTRO DE LAS EMPRESAS
Written by Manuel Fandos on 19 Enero 2009 – 9:00 -Quique Rodríguez, redactor en Expansión nos trae una información muy interesante que podemos ver en: http://www.expansionyempleo.com/2009/01/12/desarrollo_de_carrera/1231755826.html
«Es bien sabido que uno de los capítulos presupuestarios de las empresas que más se resiente en las etapas de dificultades económicas es el de la inversión destinada a la formación de su plantilla. Tras largos años de vacas gordas en los que especialmente las grandes compañías aumentaban cada año la partida dirigida a mejorar la cualificación de sus profesionales, en 2008 comenzaron a aparecer los primeros temores a una drástica contracción de estas políticas, especialmente en los últimos meses. Sin embargo, como los peores augurios financieros y macroeconómicos empezaron a extenderse en la recta final del pasado año, el ejercicio parece haberse saldado razonablemente. De esta forma, lo peor podría estar por llegar a lo largo del presente año, señalan algunas empresas de servicios de formación. Pere Fernández, director general de Epise, consultora española del sector, calcula que el año anterior ha podido cerrarse con un retroceso de la inversión en formación cercano al 20% y que el presente 2009 podría constreñirse al menos entre el 20% y el 30% respecto a los niveles ya recortados de 2008».
Estamos de acuerdo con esta información pero también estamos de acuerdo con que la formación de los profesionales es algo ineludible para que cualquier empresa pueda enfrentarse a su tarea con ciertas garantías de éxito.
Por eso en MasterD, que creemos que la formación es «driver» necesario para le éxito, vinculamos el esfuerzo que hace (y debe seguir haciendo) la empresa con el esfuerzo del trabajador.
Entendemos que la mejor manera de estableces este vínculo es: la empresa paga los costes que suponga la formación del colaborador de turno «sí y solo sí» (resaltamos este condicional) el colaborador o empleado aprovecha (y demuestra este aprovechamiento) de la formación recibida.
Un ejemplo: MasterD costea a sus trabajadores la formación en inglés o chino, pero si el trabajador no alcanza el aprobado en el examen, tendrá que abonar los costes de su formación.
MasterD, de este modo hace buena esa manida sentencia clásica: «do ut des», te doy para que me des.
Tags: compromiso, crisis, empleo, experiencia, fandos, formacion abierta, formacion en la empresa, formacion profesional, inversion, laboral, master d, masterD, oposiciones, trabajdores
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